Advogados animalistas lançam nota de repúdio ao Carrefour

cachorra carrefour camera
Câmeras registraram momento em que cachorra foi maltratada no Carrefour de Osasco (Imagem: Reprodução/Facebook/Luisa Mell)

Hoje (5) a ABRAA – Associação Brasileira de Advogadas e Advogados Animalistas publicou uma nota de repúdio ao caso da cachorra maltratada no Carrefour de Osasco (SP). “No momento em que um animal é torturado, o mandamento constitucional da não crueldade com os animais sofre gravíssima afronta”, afirma o texto.

A ABRAA ressalta que os animais abandonados não têm culpa por estarem nessa condição, assim, merecem amparo, carinho e respeito da sociedade. Destaca ainda que os cães de rua “só se encontram nessa situação porque existe todo um comércio voltado para a produção em massa de cães e gatos que são destinados para venda nos pet shops, internet, canis e nos chamados ‘criadouros de fundo de quintal'”.

No caso da cachorra que veio a ser incinerada após a morte, a associação alega que “independente da veracidade dos fatos narrados nas redes sociais, o fato é que uma cadela de rua apareceu espancada no Centro de Zoonoses”, portanto “não há quem negue que a conduta violenta é reprovável por ser inerentemente imoral, injusta, perigosa e geradora de desarmonia, sendo inaceitável a banalização da tortura e do assassinato”.

“Ele [cão] é, sem sombra de dúvida, a maior vítima, ainda que a lei não admita dessa forma, e nós, como advogados, delegados, juristas, que trabalham para a consolidação de uma sociedade justa, temos que lutar para que atos cruéis, injustos e covardes não fiquem impunes. […] É preciso evoluir para que casos assim sejam parte do passado, definitivamente”, finaliza a nota.

A nota de repúdio completa pode ser lida aqui.

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2 respostas para “Advogados animalistas lançam nota de repúdio ao Carrefour”

  1. Republicou isso em Paulosisinno's Bloge comentado:
    A ABRAA – Associação Brasileira de Advogadas e Advogados Animalistas publicou uma nota de repúdio ao caso da cachorra maltratada no Carrefour de Osasco (SP). “No momento em que um animal é torturado, o mandamento constitucional da não crueldade com os animais sofre gravíssima afronta”, afirma o texto.

    A ABRAA ressalta que os animais abandonados não têm culpa por estarem nessa condição, assim, merecem amparo, carinho e respeito da sociedade. Destaca ainda que os cães de rua “só se encontram nessa situação porque existe todo um comércio voltado para a produção em massa de cães e gatos que são destinados para venda nos pet shops, internet, canis e nos chamados ‘criadouros de fundo de quintal’”.

    No caso da cachorra que veio a ser incinerada após a morte, a associação alega que “independente da veracidade dos fatos narrados nas redes sociais, o fato é que uma cadela de rua apareceu espancada no Centro de Zoonoses”, portanto “não há quem negue que a conduta violenta é reprovável por ser inerentemente imoral, injusta, perigosa e geradora de desarmonia, sendo inaceitável a banalização da tortura e do assassinato”.

    “Ele [cão] é, sem sombra de dúvida, a maior vítima, ainda que a lei não admita dessa forma, e nós, como advogados, delegados, juristas, que trabalham para a consolidação de uma sociedade justa, temos que lutar para que atos cruéis, injustos e covardes não fiquem impunes. […] É preciso evoluir para que casos assim sejam parte do passado, definitivamente”, finaliza a nota.

  2. Por favor, senhores advogados e advogadas que já sentiram o olhar de amor de um animal…nos deem este alento: lutem para que a justiça seja feita.

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