Como vivem os cachorros em laboratórios?

Cães sofrem de diversas formas em laboratórios.

Beagle
Cachorro confinado em laboratório norte-americano (Imagem: Reprodução/YouTube/O Holocausto Animal)

Nos laboratórios espalhados pelo mundo, cães dóceis sofrem de diversas formas. Confinados em ambientes azulejados e jaulas frias de arame, esses animais curiosos e cheios de energia são vítimas de protocolos laboratoriais – eles não podem pisar na grama ou correr em liberdade.

Em testes toxicológicos, cachorros são envenenados por diversas substâncias químicas, que podem provocar efeitos colaterais graves, incluindo tremores, vômitos, tonturas, cegueira e até a morte.

Cão
(Imagem: PETA)

Em pesquisas médicas e psiquiátricas, os cães são explorados como “modelos” de diversas doenças: câncer, obesidade, derrame, diabetes, depressão e até psicose. São obrigados à dieta hipercalórica, levam choques e sofrem com a separação materna imposta pelo vivissector.

Beagles
Beagles dopados em laboratório (Imagem: Reprodução/YouTube/O Holocausto Animal)

Frequentemente, vivem em meio às próprias fezes e urina. O ambiente também costuma ser barulhento, pois muitos cães ficam confinados no mesmo local, provocando estresse com os latidos constantes.

Por estas razões, nenhum cão é feliz em um laboratório. Ao contrário, torna-se uma prisão, à qual geralmente só escapam com a morte.

“Eles realmente nunca pisaram numa [sic] grama, porque são animais de laboratório.”
– Silvia Ortiz, ex-gerente do Instituto Royal, em depoimento à CPI dos maus-tratos aos animais no dia 1º de setembro de 2015

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