8 falácias sobre os Direitos Animais

Conheça as oito falácias mais frequentes utilizadas contra os direitos animais – e a resposta para elas.

Direitos dos Animais

1. Os leões comem carne, por que eu não posso comer também?

Um leão precisa comer carne para sobreviver, nós não. Além disso, os leões não têm escolha, enquanto humanos podem adotar dietas veganas planejadas.

2. Os direitos animais são extremistas.

A palavra “extremo” é definida como “algo além da média e do normal”. No caso dos direitos animais, não há nada de errado em buscar soluções “extremas”, que fogem do padrão. O tratamento normal dos animais pelas fazendas industriais, pelos laboratórios de pesquisa científica, zoológicos e circos, traz mortes, sofrimento e massacre. Precisamos de uma mudança extrema para salvar esses animais.

3. Se os direitos animais fossem aplicados, os animais domésticos não existiriam.

Se a domesticação de alguns animais fosse interrompida algumas espécies seriam extintas. Algumas populações selvagens de porcos vivem livres, por exemplo. Para os animais incapazes de sobreviver na selva, a extinção não é algo ruim. As galinhas da pecuária crescem tão rapidamente que desenvolvem problemas nas articulações e doenças cardíacas. As vacas produzem o dobro de leite na indústria de laticínios. Não existe nenhuma razão para continuar a reprodução desses animais.

Mudar pode ser algo assustador, mas a sociedade tem evoluído ao longo dos anos com outros movimentos sociais – com os direitos animais não será diferente.

4. Os veganos escolheram ser assim, mas eu tenho o direito de comer carne e devo ser respeitado.

Comer carne viola os direitos animais de liberdade, assim, é errado moralmente. Mas em relação aos direitos legais, comer carne é legal, porém, os ativistas não podem permanecer em silencio diante de uma injustiça, possuindo plena liberdade de expressão protegida por lei.

5. Veganos também matam animais.

Os animais sofrem com a poluição e são deslocados durante o processo de cultivo de alguns alimentos, às vezes até morrem. Porém, isso não tem nada a ver com o fato dos animais possuírem direitos ou não. Ser vegano é uma forma de minimizar o sofrimento que causamos aos animais.

6. Os direitos só existem para aqueles que podem pensar e possuem inteligência.

Se a inteligência fosse critério para atribuirmos direitos, então alguns seres humanos não os teriam – como os mentalmente incapacitados. Porém, a finalidade do direito é garantir que seres indefesos sejam protegidos.

7. Os animais não possuem direitos porque não têm deveres.

Ter deveres é um critério inapropriado para o estabelecimento de direitos, pois alguns seres humanos não têm deveres – bebês e indivíduos com grave doença mental. Embora os animais não tenham deveres, eles estão sujeitos às leis e punições humanas, incluindo a prisão e a morte. Um cão que ataca uma pessoa pode ser obrigado a permanecer preso pelo resto de sua vida, ou ser condenado à morte, portanto, os animais não estão excluídos do aspecto jurídico. Por isso, matar animais interfere no direito à vida dos mesmos.

8. Plantas também têm sentimentos.

Plantas não possuem sistema nervoso, assim, não sentem dor. Mas, suponhamos que elas possuíssem senciência, ou seja, capacidade de sofrimento. Mesmo assim, ser vegano é uma das melhores coisas que alguém poderia fazer, pois pouparia a vida de muitas plantas, que alimentam os humanos e os animais criados para virarem alimento. São situações moralmente diferentes.

Fonte: Animal Rights

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