10 fatos sobre a experimentação animal

Alguns dados sobre testes em animais.

1. Mais de 100 milhões de animais são mortos, envenenados, aleijados e abusados em laboratórios norte-americanos, todos os anos.

Gato

2. 92% dos medicamentos testados em animais falham em ensaios clínicos humanos, porque eles são muito perigosos ou não funcionam.

Cobaias

3. Laboratórios que utilizam ratos, camundongos, aves, répteis e anfíbios estão isentos das proteções mínimas da Lei de Bem-Estar Animal dos EUA (AWA).

Camundongo

4. Até 90% dos animais usados em laboratórios norte-americanos não são contabilizados nas estatísticas oficiais do governo.

Ratos

5. Mesmo os animais protegidos pela AWA podem ser abusados ou torturados. A lei não exige a utilização de alternativas válidas aos animais, mesmo se elas estiverem disponíveis.

Cão

6. De acordo com a Humane Society, o desenvolvimento de um único pesticida requer mais de 50 experimentos e o uso de até 12 mil animais.

Primatas

7. Vários testes de cosméticos e biomédicos são constantemente realizados em camundongos, ratos, coelhos e porquinhos da índia. São eles:

– testes de irritação cutânea e ocular, onde os produtos químicos são esfregados nos olhos e a pele raspada, sem qualquer alívio da dor;

– repetidos estudos de alimentação ocorrem à força, durando semanas ou meses, com o objetivo da descoberta de sinais de doenças ou perigos de certos alimentos para a saúde;

– os testes de “dose letal” ocorrem frequentemente, onde os animais são forçados a engolir grandes quantidades de produto químico, para a determinação de qual dose pode provocar a morte.

Cosméticos

8. Em testes de agentes cancerígenos, os animais recebem uma única sustância todos os dias durante 2 anos.

Rato

9. As aplicações reais dos testes de produtos de limpeza são tão inúteis quanto uma “melhoria” de um sabão em pó, uma nova sombra de olho, ou a testagem de alguma droga que possa substituir um produto farmacêutico já patenteado ou desenvolvido.

Coelho

10. Testes alternativos são aqueles onde o objetivo envolve os 3Rs:

– substituição de um processo que envolva o uso de animais;

– redução do número de animais utilizados;

– refinamento de um procedimento que cause menos dor nos animais.

Primatas

Fonte: DoSomething.org

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12 respostas para “10 fatos sobre a experimentação animal”

  1. Artigo feito por ambientalistas e, por isso, é apelativo e desprovido de conteúdo.Qual seria a solução para a experimentação em animais no atual estágio da técnica?
    Bom, vamos deixar para um dos mais proeminentes cientistas defensores dos animais responder.
    Segundo o cientista Ray Greek:

    “Deveríamos estar fazendo pesquisa baseada em humanos(…) Há também a pesquisa in vitro com tecido humano. Virtualmente tudo que sabemos sobre HIV aprendemos estudando tecido de pessoas que tiveram a doença e por meio de autópsias de pacientes. A modelagem computacional de doenças e drogas é outra saída. Se quisermos saber quais efeitos uma droga terá, podemos desenvolvê-la no computador e simular a interação com a célula”(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/%E2%80%9Ca-pesquisa-cientifica-com-animais-e-uma-falacia%E2%80%9D-diz-o-medico-ray-greek).

    De fato, testar medicamentos diretamente em humanos, por exemplo, sem que passe por animais seria uma loucura que nenhum laboratório faria no mundo moderno, visto que poderiam ser responsabilizadas civilmente por eventuais danos colaterais, ainda que façam com que alguma cobaia assine um termo de não responsabilização. Dentro do ordenamento jurídico Brasileiro, por exemplo, eu encontraria diversos fundamentos legais e constitucionais para declarar nula tal cláusula, ainda que o Ministério da Saúde permitisse, por meio de uma portaria, que é um ato normativo.

    Outra grande “alternativa” : software de computador.Não preciso ser expert nem cientista para ter a compreensão de que tal “alternativa” não só é fadada a adulteração como também jamais levaria a obter qualquer dado clinico conclusivo da interação do agente químico em qualquer composto orgânico.O dado obtido seria algo similar a uma especulação e irrelevante .Nenhum ordenamento jurídico do mundo aceitaria isso,nem que houvesse pressão de “Monsanto´s” .

    Por fim, interação em vivas humanas.É insuficiente para demonstrar o efeito colateral que certo composto cause em todo o organismo.Ademais, encontraria mais obstáculos no ordenamento jurídico brasileiro, visto que, assim como em qualquer doação de órgão, depende de autorização expressa do indivíduo antes de sua morte.Então, laboratórios sofreriam para encontrar material para iniciar a sua pesquisa.

    Sei que é chocante do ponto de vista moral o teste em animais,mas não é possível iniciar qualquer teste ou experimento científico em humanos( com o consentimento das cobaias, é claro) sem que teste em outros animais primeiro.

  2. Na verdade, ao meu ver, essa discussão é inútil, visto que não há outras alternativas reais, a não ser especulativas e absurdas aos teste científico em animais.Por isso, poderíamos passar anos discutindo isso sem que houvesse qualquer consequência no mundo real, o que acarreta numa enorme perda de tempo.

    Ao invés de discutir isso, poderíamos discutir o novo código florestal, as incongruência das leis de crimes ambientais…Ops, para discutirmos isso, teríamos que ter conhecimento jurídico e biológico( para discutirmos, por ex, os efeitos das normas jurídicas do novo código ambiental) o que pouquíssimos ambientalistas têm.Em decorrência disso, ficamos perdendo tempo discutindo algo que dificilmente nos próximos 50 anos vá mudar.

  3. Facto, a minha resposta:

    “Artigo feito por ambientalistas e, por isso, é apelativo e desprovido de conteúdo.”

    – Ao invés de analisar os dados expostos no artigo, você, como sempre, lançou mais um ataque, absolutamente desnecessário, mediante os fatos apresentados.

    “Qual seria a solução para a experimentação em animais no atual estágio da técnica?”

    – Uma série de métodos alternativos já existem e podem ser aplicados. O que te faz pensar que o modelo animal é o melhor que temos? O fato é que os modelos alternativos possuem suas limitações, assim como o modelo animal. E se você olhar para o valor preditivo da experimentação animal, verá que ela não garante nada. Na sua ideologia, os testes com animais previnem que humanos morram ou possam ter efeitos colaterais adversos com o uso de medicamentos. Isso é pura bobagem. A fase clínica do desenvolvimento é a mais relevante. 100 mil americanos morrem por ano devido a efeitos colaterais inesperados de medicamentos.

    “De fato, testar medicamentos diretamente em humanos, por exemplo, sem que passe por animais seria uma loucura que nenhum laboratório faria no mundo moderno, visto que poderiam ser responsabilizadas civilmente por eventuais danos colaterais,”

    – Os modelos computadorizados podem oferecer a reação em um tipo de órgão específico. Até mesmo quando você testa algo em um animal, você pode estar observando a reação do fígado, coração, etc.

    A pesquisa humana, quando feita com ética e rigor, é perfeitamente possível. E bem mais eficaz:

    “A melhor forma para conhecer e compreender cada vez mais a espécie humana, do aspecto psicossocial ao orgânico, é realizando estudos em seres humanos” (Oliveira e Pitrez, 2010, p.68).

    “O dado obtido seria algo similar a uma especulação e irrelevante ”

    – Não, facto. Isso ocorre com a pesquisa animal. 50% dos medicamentos são retirados do mercado, depois de 5 anos, mesmo com os testes nos animais. Greek está perfeitamente correto quando diz que é como jogar “cara ou coroa”. Especulação irrelevante.

    “Por fim, interação em vivas humanas.É insuficiente para demonstrar o efeito colateral que certo composto cause em todo o organismo.”

    – Isso que você afirmou, de novo, vale para o modelo animal, como já comprovado pelas estatísticas.

    “Na verdade, ao meu ver, essa discussão é inútil, visto que não há outras alternativas reais, a não ser especulativas e absurdas aos teste científico em animais.”

    – Para começar que qualquer crítica é válida na ciência. Os testes em cosméticos podem ser substituídos por modelos invitro, por exemplo. Já existem alternativas, como peles artificiais. Soma-se ao fato que as pesquisas substitutivas não recebem praticamente NENHUM investimento do governo e… Bingo! Você descobriu que a ciência nunca pode avançar sem recursos financeiros.

    “Por exemplo, um projeto sobre o efeito do HIV no cérebro, fundado pela instituição DHT (Dr Hadwen Trust), liderado por Weber, no Hospital Escola de Medicina de Santa Maria, de Londres, desenvolveu um alternativa para experimentos realizados em primatas não-humanos, através da cultura de células do cérebro humano, como um modelo para a infecção do HIV no sistema nervoso central.”

    https://oholocaustoanimal.wordpress.com/2014/02/19/dr-hadwen-trust-organizacao-pretende-abolir-completamente-testes-com-animais/

    “Sei que é chocante do ponto de vista moral o teste em animais,mas não é possível iniciar qualquer teste ou experimento científico em humanos( com o consentimento das cobaias, é claro) sem que teste em outros animais primeiro.”

    – Não é possível? Não é bem assim. Já você, com toda essa sua inteligência, conte-nos, por favor, como a vacina da varíola foi eficaz mesmo sem qualquer tipo de experimentação animal controlada. Nos diga. Estamos todos aguardando!

  4. Marcos,

    É profundamente irritante e difícil dialogar com alguém que simplesmente decompõe todos os meus argumentos em frases, ao invés de analisa-los e aborda-los em conjunto.A sua forma de analise dos meus argumentos não tem fundamento no método analítico; é , na verdade, reducionista!

    Bom vamos lá.Sustentar a utilização de animais em experimentos não significa,logicamente, que a pesquisa terá como base conclusiva única e exclusivamente em tal experimentação.Não é nem isso que se faz na práxis científica.Primeiro passo, realiza-se estudos a partir de testes em animais( primeiro por camundongos e depois a outras espécies de animais), para depois utilizar-se de humanos nas pesquisas.

    Se você quiser analisar melhor, dê uma olhada nas normas procedimentais de pesquisa em humanos: http://www.bioetica.ufrgs.br/diraber.htm.

    Você demonstra alguns casos alternativos ou de usos diretos em humanos e, ipso factum, parte para o todo.Generalização excessiva,meu caro!Como se a pesquisa realizada no hospital santa Maria supracitada fosse um novo paradigma capaz de generalizar o uso de células a todo o tipo de pesquisas!E como se o uso exclusivo de tais células fosse suficiente para chegar a uma conclusão quase absoluta a cerca de uma verdade!Do mesmo modo, o o método de sucesso empregado na vacina da varíola fosse possível para ser empregado a todos as outras doenças existentes!Como dito, dá-lhe generalização excessiva em seus argumentos!

    E,por fim, Por quê todas as pesquisas têm que ter investimento do governo?Por quê em todo avanço científico tem que ter o leitinho dos recursos estatais?

    A parte mais trágica na luta pelo fim de experimentos em animais não humanos e sua substituição por humanos é que, mesmo que isso fosse juridicamente possível em todos os países, não acabaria com os abusos da ciência, tampouco com o sofrimento alheio.

    Quem seria louco o suficiente para submeter-se a testes incertos de medicamentos ou cosméticos,os quais não passaram por nenhuma forma de testes anteriores, na sociedade atual?Seriam os indivíduos marginalizados, miseráveis e doentes de nossa sociedade!No fundo, estaríamos substituindo o sofrimento dos ratos pelos os dos humanos excluídos socialmente de nossa sociedade.Estaríamos diante de um novo holocausto;as vítimas não seriam judeus,mas pobres, deficientes mentais, usuários de entorpecentes e etc…

  5. A parte mais trágica na luta pelo fim de experimentos em animais não humanos e sua substituição por humanos é que, mesmo que isso fosse juridicamente possível em todos os países, não acabaria com os abusos da ciência, tampouco com o sofrimento alheio.

    No fundo, estaríamos substituindo o sofrimento dos ratos pelos os dos humanos excluídos socialmente de nossa sociedade.Estaríamos diante de um novo holocausto;as vítimas não seriam judeus,mas pobres, deficientes mentais, usuários de entorpecentes e etc…

    Será esquizofrenia? Mania de perseguição? Foi abusado na infância?…

    Quem – em algum momento – falou em trocar a tortura dos animais, pela tortura de humanos?

    Há que se buscar alternativas (e muitas já existem e não são usadas por conta do maldito lobby que existe por trás da experimentação animal!), para que NINGUÉM seja torturado (ainda mais por motivo fútil, como é o caso dos cosméticos), uma vez que o sofrimento não difere entre espécies.

    Imbecil: repetir um argumento falso um milhão de vezes, não irá transformá-lo em um argumento verdadeiro. Just saying.

  6. Pedro Abreu,

    Argumento falso?

    Em seu mundo rosa, podem haver alternativas, nas quais bichinhos e humanos vivem felizes uns com os outros.Os homens fazem testes em computadores , em células vivas, para depois aplica-las aos seus semelhantes, que, por livre e espontânea vontade, aceitam o teste.Por sua vez, o teste acaba sendo um sucesso e tudo fica bastante colorido, sendo doenças curadas e produtos testados.Tudo perfeito, logo abstrato – irreal!

    No entanto, no mundo real, onde rege todas as relações sociais a troca mercantil e a propriedade privada, o buraco é mais embaixo.Abstraindo quaisquer normas que proíbem o teste de medicamentos e produtos químicos diretos em humanos, quem seria, em sã consciência, cobaia por livre espontânea vontade de um remédio que foi testado apenas em células ou em programas de computadores, que só reproduzem os comandos já programados?É claro que só aqueles que necessitam do dinheiro!

    Caso concreto:

    “As comunidades ribeirinhas de São Raimundo do Pirativa e São João do Matapim, no município de Santana, no Amapá, serviram como cobaias em experimentos científicos sobre malária. Diariamente, cerca de 40 voluntários aceitavam ser submetidos a picadas de mosquitos transmissores da doença em troca de míseros R$ 12. Em uma das comunidades, 50% dos participantes contraíram malária. Em 2006, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) denunciou o caso ao Ministério Público Federal. ”

    http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/noticias/cobaias-humanas-quando-o-voluntario-realmente-virou-cobaia-213934-1.asp/

    Seria falso o meu argumento?Não, porque ele é empiricamente comprovado!

    A única falsidade que existe foi quem disse que você era esperto, já que vc aparenta ser um,mas, na verdade, é alguém tão patético e desprezível que se refugia em ataques pessoais e falácias para enganar o leitor.A mim você não engana, meu caro!

  7. Não sei se existem pesquisas científicas invasivas sendo feitas hoje em seres humanos, mas qualquer idiota sabe que isso já existiu (a maioria relacionadas a crimes de guerra). O que você não é inteligente o suficiente pra perceber, é que essas pesquisas têm – há muito tempo – exatamente o status que deveriam ter: CRIME.

    Animais, mesmo sofrendo como nós, são colocados em uma situação de desprezo tão absurda, que qualquer tipo de intervenção invasiva que você puder, e não puder imaginar, pode ser feita LEGALMENTE, não importando o nível de sofrimento causado.

    Consegue perceber a diferença, ou quer que eu desenhe?

    O fato de um dia, estupro, infanticídio, sacrifício humano, tortura e morte por heresia, escravidão (dentre outros crimes) terem tido lugar na nossa sociedade, não significa que nós devamos continuar os cometendo.

    E pela trilionésima vez: sua “tese” de que defensores de animais são de alguma forma obscura, uma força conspiratória contra humanidade, não passa de esquizofrenia.

  8. Pedro Abreu,

    Se Você não sabe se quer se existem pesquisas invasivas sendo feitas nos seres humanos, como vc pode afirmar que tais pesquisas sejam um crime?Ache-nos o norma criminal, no direito brasileiro, que vede totalmente a utilização de humanos em pesquisas médicas e científicas.Se Você acha-la, te dou um premio.

    Ainda, Você se quer conhece qualquer norma ambiental que regule as pesquisas científicas, tanto feitas em humanos como em animais, como você pode afirmar a besteira de que “animais(…)são colocados em uma situação de desprezo tão absurda, que qualquer tipo de intervenção invasiva que você puder, e não puder imaginar, pode ser feita LEGALMENTE(…)”?

    Você padece do vicio de ignorância do senso comum do mundo vegano: acha que sabe alguma coisa a partir da profunda leitura de blogs na internete, feitos também por ignorantes que simplesmente copiam as noticias e pesquisas que ocorrem nos EUA, sem notar as diferenças que existem entre a terra do Tio Sam e o Brasil.

    Embora você seja “ambientalista”, mas não tem a mínima ideia de direito ambiental( no qual está inserido os direitos dos animais), faça uma larga pesquisa nesse site: http://www.bioetica.ufrgs.br/diraber.htm.

    Dai, vc fará um favor a si e a todos os leitores do presente blog : parar de falar besteira e despejar verdadeiras gafes a cerca do tema em questão.

  9. Facto,

    “Ache-nos o norma criminal, no direito brasileiro, que vede totalmente a utilização de humanos em pesquisas médicas e científicas.”

    – Em que momento falamos que a experimentação humana é ilegal? Práticas invasivas são ilegais, ao contrário das práticas invasivas em animais, estas sim, são permitidas.

    Já ouviu falar de como as rãs de um laboratório ficam tetraplégicas, para que a observação de uma simples contração voluntária seja visualizada em uma aula de Fisiologia? O procedimento é feito sem anestesia nenhuma. E sim, o CONCEA está pouco se lixando.

  10. Ache-nos o norma criminal, no direito brasileiro, que vede totalmente a utilização de humanos em pesquisas médicas e científicas.Se Você acha-la, te dou um premio.

    O cara mistura tudo… Não é a gente que tem que mostrar o óbvio não, é você que tem que provar suas afirmações estapafúrdias e malabarismos retóricos inúteis.

    Em que lugar desses planeta são permitidas pesquisas invasivas e não consensuais em humanos?

    Pode ter algum louco fazendo isso exatamente agora? Claro que pode. Assim como nesse exato momento tem algum louco praticando pedofilia, estupro, escravidão, e por aí vai… Repito: isso não torna essas práticas aceitáveis, muito menos lícitas.

  11. Parece piada,né?

    Primeiro, o energúmeno Pedro diz “Não sei se existem pesquisas científicas invasivas sendo feitas hoje em seres humanos, mas qualquer idiota sabe que isso já existiu (…)”.Depois, diz:”Em que lugar desses planeta são permitidas pesquisas invasivas e não consensuais em humanos( nesta ultima parte, em negrito)?”. Caros leitores, perceberam a diferença?É claro que sim!

    Uma coisa é pesquisa invasiva, outra é coisa é realiza-la sem o expresso consentimento do sujeito.Se alguém submete outrem a tais práticas sem o seu consentimento, poderia ser responsabilizado pelo crime de constrangimento ilegal, previsto no Art. 146 do Código Penal.

    Marcos :

    E , ainda, estou esperando qualquer norma que criminalize no Brasil a conduta de praticar pesquisas invasivas, com o consentimento da cobaia.Dizer que é ilícita não significa nada sem apontar qual norma a torna ilícita,Ademais, dizer que é crime sem apontar a norma que criminalize tal conduta é insignificante, até por que um dos princípios basilares do direito penal é traduzido na seguinte expressão:”Nulla poena sine lege”( nao há crime sem pena que anteriormente o defina- art. 5º, XXXIX , da Constituição Federal).

  12. Pegamos os animais, como raça inferior podemos deixa-los em gaiolas, colocar corrente, usar para experimentos e testes a favor da medicina. Hitler tambem fez isso. pegou uma raça que julgava inferior para esses motivos! ou seja, o mundo nao evoluiu nada!!

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